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Biografia Chester Bennington

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Nome completo: Chester Charles Bennington
Apelido: Chazy Chaz
Data de nascimento: 20 de Março de 1976
Local de nascimento: Phoenix, Arizona
Função: Vocalista
Chester nasceu em Phoenix, Arizona, mas se mudou algumas vezes para diferentes cidades dentro do estado. Se formou na Washington High School – depois de passar por ambas Centennial e Greenway High School. Atualmente, é casado com Talinda Bentley e tem quatro filhos.

O abuso sexual
Com idade entre 7 e 8 anos, Chester começou a ser molestado por um amigo mais velho. Ele descreve os abusos como “toques curiosos do tipo ‘o que essa coisa faz?’ até violações completas e malucas”. Chester tinha medo de que as pessoas pensassem que ele fosse gay o que estava mentindo, por isso nunca contou nada a ninguém. Os abusos continuaram até os 13 anos de idade.
Dois anos antes do fim dos abusos, os pais de Chester se separaram, e seu pai, um detetive policial, ficou com sua custódia. Seu irmão mais velho e uma de suas irmãs já haviam se mudado na época, e a outra irmã nunca estava por perto.
De acordo com Chester, a única coisa que ele tinha vontade de fazer era matar a todos e depois fugir. No lugar disso, ele desenhou quadros e escreveu poesia – montes e montes de coisas, todas em forma de música, todas com versos, com refrões e com a intenção de compreender seus sentimentos. No som, de fundo, estavam Depeche Mode e Stone Temple Pilots.
A primeira banda
Com cerca de 15 anos de idade, Chester foi convidado a se juntar à banda “Sean Dowdell and his Friends”, que mais tarde passou a se chamar “Grey Daze”. A relação que ele tinha com os membros do Grey Daze fez com que ele sentisse uma conexão com alguém pela primeira vez na vida. O problema é que junto com isso, Chester encontrou uma boa maneira de se misturar e esquecer dos abusos que havia sofrido na infância: se drogando, bebendo muito e fazendo sexo com muitas garotas.
Aos 17 anos, Chester se mudou para a casa da mãe. Chocada com sua aparência drogada, ela o proibiu de sair de casa. Apesar disso, o Grey Daze continuava a conquistar seu espaço. Eles abriam os shows de todas as bandas nacionais que iam se apresentar em Phoenix e conseguiam trazer cerca de 2 mil pessoas aos seus shows. Segundo Chester, a banda começava a dar autógrafos logo que a apresentação terminava e só conseguiam parar quando a casa fechava.
Um ano mais tarde, Chester foi preso por portar maconha.
Casamentos e separações
Nessa época, Chester trabalhava no Burger King, e lá conheceu Samantha. Eles se casaram quando Chester tinha 20 anos, e nenhum dinheiro para comprar alianças. Por conta disso, eles tatuaram os anéis – um amigo do casal fez as tatuagens de presente pelo casamento e não cobrou.
Sete anos depois da entrada de Chester na banda, o Grey Daze acabou. Pouco tempo depois, Chester estava trabalhando em uma firma de serviços digitais e, junto com Sean Dowdell, baterista do Grey Daze, ele fundou o “Club Tattoo”.
Chester e Samantha tiveram um filho, Draven Sebastian, antes de se separarem no começo de 2005. Juntos eles desenhavam roupas para a marca “Replicant”.
Não muito tempo depois da separação, Chester casou-se com Talinda Bentley, com quem teve seu segundo filho, Tyler Lee. Além de Draven e Tyler, Chester tem outros dois filhos: Jaime e Isiah. Os dois irmãos foram adotados por Chester.
O fim dos vícios e o começo de novos projetos
Em 2001, durante uma turnê com o já bem sucedido Linkin Park, Chester voltou a ter problemas com álcool e drogas. Ele nunca fazia shows completamente sóbrio e isso acabou segregando ele do resto da banda. Quando percebeu o que estava fazendo, Chester pediu ajuda a um companheiro de banda que o ajudou sem fazer julgamentos. Ele largou as drogas e se manteve sóbrio, mas voltou a beber no fim da turnê mundial do Linkin Park, em 2004. Mais uma vez, Chester pediu ajuda e foi atendido. Na época, seu casamento com Samantha já não estava mais dando certo, e ele se abriu emocionalmente. Forçado a examinar seu comportamento nos últimos anos, ele desabou frente aos amigos de banda. Desde então, Chester tem feito de tudo para continuar sóbrio. Segundo ele, isso fez uma enorme diferença na relação dele com o resto da banda. “Todos nós passamos tempo juntos agora porque eles realmente querem estar perto de mim. Isso é muito importante pra mim”.
Em 2007, Chester anunciou a criação da sua marca de roupas, Ve’cel. Além disso, está previsto para 2009 o aguardado lançamento do primeiro disco do seu projeto solo entitulado “Dead By Sunrise”, no qual trabalhou com Amir Derakh e Ryan Shuck, ex-membros da banda Orgy que atualmente estão em turnê com sua nova banda, Julien-K.
Informações aleatórias:
Chester atuando
Durante o colegial, Chester fez alguns papéis como ator. Segundo ele, nenhum dos papéis era sério. Seja como for, em 2006 Chester fez uma breve participação no longa metragem “Cranck”, de Mark Neveldine e Brian Taylor.
Sem dinheiro para se matricular, Chester frequentava clandestinamente aulas da faculdade de Filosofia.
Ele ajuda a fundação “Take Me Home”, que promove a adoção de animais. Em 2001, Chester colocou seu carro – um Hyundai – para leilão no eBay. O carro foi arrematado por $15 mil dólares e a renda foi destinada à fundação.
Todo ano, ele adota financeiramente crianças que nascem com defeitos na face.
No dia 15/03/2004, Chester fez uma cirurgia de correção nos olhos. Naquela noite, que era também o aniversário de Joe Hahn, o Linkin Park se apresentou em Los Angeles e, pela primeira vez, Chester pode ver completamente a platéia. “Eu acabei de fazer uma cirurgia a laser nos olhos hoje. No começo assustou um pouco, mas agora posso ver todos vocês pela primeira vez. É incrível!”, ele disse durante o show.
Seu primeiro instrumento foi um piano. Ele também toca guitarra.
Em 2008, Devon Townsend foi condenada a 2 anos de prisão em uma prisão federal americana por invadir os e-mails de Chester em 2006. Townsend também fez ameaças à esposa de Chester, Talinda Bentley, pelo telefone.
Além do “Dead By Sunrise”, Chester tem outro projeto paralelo: o Bucket Of Weenies. Esta é uma banda de garagem cujos membros são amigos de Chester – entre eles, ex-parceiros de banda. A banda toca covers de outras bandas.

Biografia Brad Delson

Nome completo: Bradford Philip Kaplan Delson
Apelido: BBB (Big Bad Brad)
Data de nascimento: 01 de Dezembro de 1977
Local de nascimento: Agoura, CA
Função: Guitarrista
Brad nasceu e cresceu em Agoura Hills – cidade do condado de Los Angeles, Califórnia – é judeu e casado com Elisa Delson. O casal tem um filho.
Seu primeiro instrumento foi um trompete. Aos onze anos de idade, no entanto, Brad começou a tocar guitarra e, dois anos mais tarde, conheceu Mike Shinoda. Sua primeira banda, de hardcore, se chamava “The Pricks” – apesar de não ter certeza, Brad acredita que membros do Taproot e do Linkin Park também faziam parte da banda.
Mais tarde, ele entrou para a banda Relative Degree, na qual tocou com seu atual parceiro de banda, Rob Bourdon. O grande objetivo da banda era se apresentar no The Roxy, em Los Angeles. Eles conseguiram e, depois do show, a banda acabou. Nessa época, Brad fazia o colegial na Agoura High School junto com Mike. Quando se formou, Brad entrou na Universidade da Califórnia para estudar Comunicações e conheceu Dave ‘Phoenix’ Farrell, que na época era seu companheiro de quarto. Ele se formou em Comunicações.
Além de guitarrista do Linkin Park, Brad é A&R da Machine Shop Recordings – gravadora criada pelo Linkin Park – e cuida da parte de marketing da banda junto com Rob.
Pouco depois do Linkin Park estourar, ele e seu pai, Donn Delson, criaram a BandMerch – empresa responsável pelo produto de merchandise oficial do Linkin Park e de muitos outros músicos.
Em 2005, Brad trabalhou no disco “The Rising Tied”, do Fort Minor. Junto com Jay-Z, ele ajudou Mike a escolher as músicas que entrariam no álbum. Brad fez também um remix do maior hit do Fort Minor, “Where’d You Go”. Esse remix é uma das três faixas do CD single da música.

Informações aleatórias:
Brad usa fones de ouvido durante os shows. Ele e Mike costumavam projetar e pintar os fones juntos. Ninguém sabe ao certo o porquê do fone. Segundo Brad, os fones são a chave de entrada para o seu “matrix”. Ele brinca dizendo que se te contar a razão pela qual usa os fones, ele terá que te matar depois.
Os membros do Linkin Park e do Taproot que Brad acredita terem feito parte da sua primeira banda, The Pricks, provavelmente são Rob Bourdon e Mark Wakefield, respectivamente. Rob tocou com Brad na banda Relative Degree e Mark Wakefield se tornou gerente do Taproot depois que deixou o Xero.

A Banda

De Xeros a Heroes Com cerca de quatro anos de idade, quando começou a estudar piano, Mike Shinoda nunca poderia imaginar o que o futuro reservava para ele. Descendente de japoneses, Mike nasceu no condado de Los Angeles, Califórnia, em 1977. Suas aulas de piano – nas quais aprendeu técnicas de piano clássico, jazz e hip-hop – duraram doze anos. Três anos antes do fim delas, em 1990, Mike conheceu Mark Wakefield na escola onde estudava, a Agoura High School. Através de Mark, ele conheceu Brad Delson, que também estudava na mesma escola, e Rob Bourdon, que estudava em uma escola próxima. Na época, Mark, Brad e Rob faziam parte de uma banda de hardcore chamada “The Pricks”. Mike e Brad se tornaram amigos, e passaram a escrever e gravar músicas misturando suas influências musicais – rock (Brad) e hip-hop (Mike) – em um pequeno estúdio que Mike armou em seu quarto. Cerca de seis anos se passaram entre um experimento musical e outro e, aquilo que Mike e Brad haviam começado a fazer no estúdio improvisado por Mike, havia evoluído e tomado forma. Eles então convidaram Mark e Rob para se juntar a eles e, dessa forma, nasceu o Xero. Nessa época, Mike foi para o Art Center College Of Art (ACCA) para estudar Ilustração e, Brad, para a University Of California estudar Comunicações. Na universidade, Brad conheceu Dave. Phoenix, como Dave é conhecido, era companheiro de quarto de Brad e tocava baixo em uma banda de hardcore cristão chamada Tasty Snax. Mike, por sua vez, conheceu Joe Hahn no ACCA. Joe estudava Ilustração e, por influência do hip-hop, havia aprendido técnicas de DJ. Phoenix e Joe se juntaram ao Xero. Com as influências do hip-hop de Mike e Joe de um lado, e as influências do rock de Brad e Phoenix do outro, rock e hip-hop estavam, finalmente, prontos para colidir. Os meninos do Xero passavam mais tempo escrevendo do que se apresentando. Eles passavam semanas trabalhando nas músicas, e costumavam fazer apenas um ou dois shows por mês. Os shows eram, na verdade, uma desculpa para fazer uma festa logo depois. No início, a idéia não era ir atrás de uma gravadora, mas quanto mais eles tocavam, mais percebiam que poderiam ter uma chance. Em 1997, o Xero gravou seu primeiro demo – uma fita cassete com apenas quatro músicas. Eles enviaram cópias da fita a inúmeros A&R de gravadoras em Los Angeles, mas todos rejeitaram a banda rapidamente. Todos menos um. Jeff Blue, que na época era A&R da gravadora Zomba Music, ouviu a fita o bastante para decidir manter contato. Nesse meio tempo, desanimado pelas recusas, Mark Wakefield começou a se distanciar e, pouco depois, deixou a banda. Mike sabia que não poderia lidar sozinho com os vocais. Ele então deu algumas cópias da fita demo para Jeff Blue e para alguns outros conhecidos, para que eles as enviassem na esperança de encontrar um substituto para Mark. Longe dali, em Phoenix, Arizona, estava alguém que, assim como Mike Shinoda aos quatro anos de idade, nunca poderia imaginar o que o futuro reservava para ele. Chester Bennington tinha 15 anos quando foi convidado para se juntar à banda “Sean Dowdell and his Friends” que, pouco depois, passou a se chamar “Grey Daze”. A relação que ele tinha com os membros do Grey Daze fez com que ele sentisse uma conexão com alguém pela primeira vez na vida. Dos 7 aos 13 anos de idade, Chester foi molestado por um amigo mais velho. Dois anos antes do fim dos abusos, seus pais se separaram, e seu pai ficou com sua custódia. Seu irmão mais velho e uma de suas irmãs já haviam se mudado na época, e a outra irmã nunca estava por perto. Sem ter ninguém com quem contar, e com medo do que as pessoas iriam pensar, Chester nunca disse nada a ninguém. Segundo ele, a única coisa que ele tinha vontade de fazer era matar a todos e depois fugir. No lugar disso, ele desenhou quadros e escreveu poesia. O Grey Daze conquistou seu espaço no Arizona, e chegou a colocar duas músicas na rádio. Eles abriam os shows de todas as bandas nacionais que iam se apresentar no Estado. Apesar disso, sete anos depois da entrada de Chester na banda, o Grey Daze acabou. Aos 22 anos, Chester estava casado e trabalhando em uma firma de serviços digitais. Seu aniversário de 23 anos mudaria sua vida. Chester atendeu o telefone no dia 20 de março de 1999, sexta-feira, no meio da festa surpresa do seu 23º aniversário. Era Jeff Blue. “Eu vou te dar sua grande chance. Eu tenho uma ótima banda pra você. Vou te enviar uma demo pelo correio”, disse Blue. O A&R da Zomba Music contou ainda que a banda fazia uma mistura de rock com hip-hop. Apesar de não ter muito interesse por hip-hop, Chester pediu que Jeff enviasse a fita mesmo assim. Ele e sua esposa, Samantha, sabiam que sua vez havia chegado. “É isso. Essa é a banda. Vai acontecer”, eles disseram quando a fita chegou no dia seguinte à ligação de Jeff. Chester, então, ligou para o estúdio de um amigo e pediu algumas horas para gravar. Domingo, um dia depois de receber a fita, Chester ligou para Blue e disse que estava pronto. Blue riu, e então disse a Chester que ele precisava gravar os vocais e mandar a fita de volta pelo correio antes de qualquer coisa. Impaciente, Chester colocou colocou a fita para tocar pelo telefone e então perguntou: “Está bom o suficiente para você?”. “Quando você pode estar aqui?”, respondeu o já convencido Jeff Blue. “Eu tenho um ticket de loteria premiado aqui”. Foi o que Chester disse aos amigos quando, no dia seguinte, deixou sua esposa e partiu para a Califórnia com apenas algumas mudas de roupa. Às 9h do dia 23 de março de 1999, ele estava na escadaria da Zomba Music, em Los Angeles, esperando as portas abrirem. Apesar de Jeff Blue acreditar que Chester era a pessoa ideal para completar a banda, os meninos do Xero tinham outros planos. Eles haviam agendado uma audição com outros cantores. Não queriam simplesmente entregar a vaga para Bennington. Chester tocava com a banda entre um e outro cantor que vinha para a audição. Com o Grey Daze, ele havia gravado dois discos e alcançado um sucesso considerável. Ele pensava ser “grande coisa”. Pensava estar fazendo um favor àquela banda e, os meninos do Xero, por sua vez, olhavam para ele como se ele fosse apenas um dos candidatos à vaga. Chester contemplou a idéia de mandá-los a merda. Não precisou. A vaga era dele e, com sua entrada, a banda passou a se chamar Hybrid Theory. Daí pra frente, eles começaram a trabalhar duro nas suas músicas. Brad e Mike trabalhavam primeiro nos arranjos, e então Mike se juntava ao Chester para escrever as letras. Muitas delas eram reflexo da infância dolorosa de Chester. Foi dessa forma, escrevendo, que Mike e Chester passaram a se conhecer de verdade, e foi assim que Chester contou sobre os abusos que havia sofrido. “Foi uma maneira estranha de nos conhecermos, mas foi assim que aconteceu”, Mike conta. Chester era um sem-teto em Los Angeles. Ele tinha uma casa, mas em Phoenix. Por conta disso, ele foi forçado a dormir nos sofás dos seus novos companheiros de banda, no seu carro e no estúdio onde ensaiavam. “Foi duro. Eu estava infeliz. A única coisa que me fez continuar foi saber que tinhamos algo especial acontecendo. Eu sabia que essa era a banda”, Chester conta.                  Mike, por vezes, também dormia no estúdio. Ele frequentava às aulas no ACCA das 9h até as 16h. Depois disso, fazia seus trabalhos de casa – seis horas diárias, normalmente – e então ia para o estúdio. O estúdio, por sua vez, trancava suas portas das 2h até as 8h. Nesse intervalo, ninguém podia entrar ou sair de lá. Mike então levava sua escova de dentes e um travesseiro, trabalhava a noite toda e dormia algumas horas antes de o estúdio abrir para que ele pudesse sair e começar tudo de novo. Em 1999, a banda escreveu uma lista de metas que gostaria de alcançar. Phoenix queria uma carreira na música; Chester, um disco de ouro; e Mike, um Grammy. Foi nessa época que a eles começaram a utilizar aquela que acabou por se tornar uma de suas principais ferramentas de divulgação: a internet. Quando não estavam trabalhando nas músicas, eles postavam mp3's no site da banda e conversavam com as pessoas – às vezes com mais de 5 por vez. Apesar das respostas positivas vindas dos contatos na internet, a banda não conseguia deixar nenhuma gravadora interessada. Jeff Blue entrou em cena mais uma vez: ele ofereceu um contrato de desenvolvimento para o grupo, em nome da Zomba Music. Graças a isso, o Hybrid Theory conseguiu gravar seu primeiro EP, com seis faixas. Eles fizeram mais de 50 showcases para membros de gravadoras e  foram rejeitados por todos múltiplas vezes, até que Blue foi contratado para ser A&R da Warner Brothers. O Hybrid Theory foi a primeira banda com quem ele assinou um contrato em seu novo cargo. A banda comemorou o contrato com a gravadora no restaurante Hooters. Na noite seguinte, foram comemorar no House of Pies. Apesar do contrato assinado, nem tudo eram flores. O então chefe de A&R da Warner Brothers, David Kahne, odiava a banda. O primeiro problema foi o nome. Havia uma outra banda com quem a Warner havia assinado um contrato recentemente cujo nome era “Hybrid”. Essa banda supostamente seria o próximo grande “estouro” da gravadora. Isso forçou o Hybrid Theory a mudar seu nome. Chester sugeriu “Lincoln Park” (na época, nome de um bairro em Santa Monica, Califórnia – hoje em dia o lugar passou a se chamar “Christine Emerson Reed Park”), mas o domínio lincolnpark.com já havia sido registrado. Eles então mudaram a forma com que o nome era escrito, para a forma como ele soava. Assim originou-se o nome definitivo da banda: Linkin Park. O próximo problema eram as músicas. Quando eles começaram o trabalho de pré-produção do disco, com Don Gilmore, o produtor disse que não gostava de nenhuma das músicas, salvo duas delas: “Points of Authority” e “With You”. Eles praticamente tiveram que escrever um novo disco em dois meses. E assim foi feito. A banda ficou na casa de Mike e reescreveu o disco, mas os problemas não pararam por aí. Membros da gravadora vieram ao estúdio onde a banda estava gravando. “Chester, você sabe que você é a estrela, você é incrível. Essa deveria ser a sua banda. Precisamos nos livrar do Mike ou fazer com que ele apenas toque teclado”, disse um dos membros da gravadora. “Vá se foder! Você está falando sério? Eu acabei de entrar para a banda e você está me dizendo para começar uma campanha contra o cara que escreve toda a música? Essa é a banda dele. Se ele pudesse cantar, eu não teria um trabalho. Qual é o seu problema, seu idiota?”, respondeu Chester. Depois disso, a gravadora quis trazer um outro rapper. Um cantor de reggae chamado Matt Lyons. Como se não bastasse, eles disseram para o Mike cantar como Fred Durst, do Limp Bizkit. A banda decidiu então cortar a comunicação com a gravadora, a não ser que ela fosse absolutamente necessária. Eles brigaram e, basicamente, disseram a todos que eles iriam fazer aquilo sozinhos e do jeito deles, e que se a gravadora não estivesse satisfeita com esses termos, que quebrassem o contrato. A banda assumiu o risco, e venceu. Em 23 de outubro de 2000, a banda estava no Estado de Washington, perto de Seattle. Seu primeiro disco seria lançado no dia seguinte e, graças ao apoio da Warner, seu primeiro single, One Step Closer, já voava alto nas ondas do rádio. Phoenix, que perdeu o processo de gravação do disco por ter deixado a banda temporariamente para cumprir alguns compromissos com sua banda antiga, Tasty Snax, estava de volta. Eles estacionaram o carro do lado de fora de uma loja de discos 24h para esperar a meia noite e, assim, comprar a primeira cópia do seu próprio disco. Não por acaso, começaram a sonhar a respeito de quanto o disco iria vender na primeira semana após o lançamento. “Eu pensei que seria demais se vendesse 3.000 cópias”, disse Phoenix. “Eu pensei que esse era um bom palpite, mas Chester disse que ele achava que venderia 8.000 cópias. Minha primeira reação a isso foi pânico. Você tem que ter expectativas altas, mas não pode ser burro”, ele completou. Ambos erraram por muito: no final da primeira semana, o disco havia vendido 47.000 cópias e, seis semanas depois do lançamento, o álbum – entitulado Hybrid Theory – alcançou a marca de 500.000 cópias vendidas. A banda seguiu o inverno em torno do globo por quase todo o ano. Estava sempre nevando ou chovendo em todos os lugares onde iam e eles estavam começando a ficar esgotados, física e emocionalmente. Isso aliado à solidão e à depressão causadas pela turnê, fizeram com que Chester voltasse a beber demais e a fumar maconha. Ele nunca fazia um show completamente sóbrio. Isso segregou ele do resto da banda. Quando viu que aquilo estava o derrubando, Chester pediu ajuda ao resto do grupo e foi atendido. Em 2002, a agenda da banda ficou mais sossegada e eles finalmente puderam descançar depois de 324 shows em 365 dias. Hybrid Theory, o disco de estréia da banda, foi nomeado em três categorias do Grammy – entre elas a de “Melhor disco de rock” – e venceu em uma delas, a de “Melhor Performance de Hard Rock”, com a música “Crawling”. Durante seu precioso tempo de descanço, Mike remixou todas as músicas do Hybrid Theory e mais duas outras para o segundo álbum da banda, o Reanimation – que conta com contribuições de nomes como Black Thought, Jonathan Davis (Korn), Stephen Carpenter (Deftones) e Aaron Lewis (Staind). O disco foi extremamente criticado pela mídia, que chamou o projeto de caça-níquel, mas foi sucesso de crítica em um outro universo: o do hip-hop. Não muito depois do lançamento de Reanimation, a banda voltou pro estúdio para gravar seu segundo disco de inéditas, novamente com Don Gilmore na produção. Com o sucesso incomparável do primeiro disco, havia muita pressão em torno do segundo álbum da banda. Dificilmente seria possível para eles repetir o feito de Hybrid Theory. Apesar disso, o lançamento de Meteora, em 2003, foi um sucesso tanto comercial quanto de crítica. Com o novo disco nas lojas, a banda iniciou uma turnê mundial que só terminou no segundo semestre de 2004, com um show esgotado no Brasil – o primeiro e único show deles na América do Sul. Dessa turnê se originou o quarto disco da banda. Ainda em 2003, durante a turnê Summer Sanitarium – encabeçada pelo Metallica – o Linkin Park gravou e lançou um CD/DVD ao vivo. O disco, entitulado “Live in Texas”, foi gravado em dois diferentes shows da turnê: um em Houston e outro em Irving. Depois do fim da turnê mundial, em 2004, Chester voltou a vagar por maus caminhos por conta do seu casamento que já não estava mais dando certo e pelo fato de estar bebendo cada vez mais novamente. Mais uma vez, ele pediu ajuda para os amigos da banda e foi atendido. Voltou a ficar sóbrio, se divorciou e casou-se novamente. Nessa fase, Chester se abriu emocionalmente com a banda e foi forçado a examinar seu comportamento nos últimos anos. Ele desabou frente aos companheiros de banda. Desde então, ele tem feito de tudo para continuar sóbrio. Segundo ele, isso fez uma grande diferença na relação dele com o resto do grupo. “Todos nós passamos tempo juntos agora porque eles realmente querem estar perto de mim. Isso é muito importante pra mim”. Nessa época, a banda surpreendeu a todos com um projeto surpresa: o lançamento de mais um CD/DVD. Tudo começou no primeiro semestre de 2004, quando a MTV americana procurou o rapper Jay-Z, que na época havia acabado de anunciar sua aposentadoria, e perguntou com quem ele gostaria de gravar um mash-up. A convite dele, o Linkin Park se  juntou ao projeto e, juntos, eles gravaram um mash-up com seis músicas, chamado Collision Course. Depois do período de composição e gravação das músicas, Jay-Z se juntou ao Linkin Park em um show no The Roxy, em Los Angeles, para tocar as músicas do disco. Essa apresentação foi filmada pela MTV americana para um especial de televisão – o MTV Ultimate Mash-Ups – e lançada junto com o disco em um DVD. Mais uma vez a banda foi duramente criticada pela mídia e acusada de fazer projetos caça-níqueis. Collision Course, no entanto, rendeu a eles mais um Grammy: o de “Melhor Colaboração de Rap”, com a música “Numb/Encore”. Depois de quase cinco anos gravando e fazendo turnê sem pausa, a banda decidiu parar para descançar antes de voltar para o estúdio e gravar um novo disco. O Linkin Park não lançaria mais nada até o primeiro semestre de 2007. No início de 2005, a banda fundou a organização Music For Relief, originalmente para dar suporte às vítimas do tsunami que atingiu o sul da Ásia no dia 26 de dezembro de 2004. Atualmente, a missão do Music For Relief é ajudar as vítimas de desastres naturais a se recuperarem, reconstruindo casas e investindo em programas de educação e em recursos. Além disso, a organização trabalha no sentido de difundir conhecimento sobre o aquecimento global, suas consequências e como combatê-lo. O ano de 2005 também foi marcado pelo trabalho dos integrantes da banda em projetos paralelos. Mike Shinoda gravou e lançou o primeiro disco do seu projeto solo, o Fort Minor – o disco se chama “The Rising Tied”; Joe Hahn filmou e dirigiu um curta-metragem, entitulado The Seed; e Chester Bennington começou a trabalhar no seu primeiro disco solo, previsto para ser lançado em 2009. O projeto já tem nome: Dead By Sunrise. O título do disco ainda não foi anunciado. Ainda em 2005, o Linkin Park reivindicou o fim do seu contrato com a Warner Brothers. De acordo com o comunicado oficial da banda, eles estavam preocupados com os novos rumos da gravadora, que havia trocado de dono e com o fato de que, naqueles termos, a gravadora talvez não estivesse forte o suficiente para divulgar o próximo disco da banda. No fim do mesmo ano, no entanto, a banda e a gravadora entraram em um acordo. A Warner pagou uma quantia estimada em $15 milhões de dólares ($34 milhões de reais na época) antecipadamente por aquele que seria o próximo álbum da banda. O contrato também aumentou os royalties da banda para cerca de 20%, o que coloca o grupo perto do mais alto escalão nessa categoria. Depois disso tudo, chegou a hora de voltar ao trabalho. Depois de anunciar e postergar muitas datas de lançamento, o terceiro disco de inéditas do Linkin Park finalmente chegou às lojas do mundo todo no dia 14 de maio de 2007. A nova atmosfera no relacionamento do Linkin Park, após a recaída de Chester no fim da turnê de 2004, trouxe à banda uma criatividade renovada. Apesar do lento e complicado processo de produção do disco, uma nova banda surgiu disso tudo. Uma banda livre para compor o que gosta. Mesmo com óbvia tentação de repetir a fórmula dos primeiros dois discos, a banda se reinventou. “Minutes to Midnight” apresentou ao mundo um novo Linkin Park, bastante diferente do antigo, mas com a integridade da sua essência intocada. O disco fechou o ano de 2007 no topo em 28 dos países onde foi lançado e ajudou a elevar o número total de vendas da banda para mais de 45 milhões de cópias, o que faz deles o grupo de maior vendagem deste milênio. Minutes to Midnight dividiu opiniões, fez a banda ganhar novos fãs e – por que não? – abriu a cabeça de muitos dos fãs antigos para a nova sonoridade do grupo. Uma grande turnê mundial promoveu o Minutes do Midnight, entre abril de 2007 e a segunda metade de 2009. Esse ano também marcou o lançamento do projeto solo de Chester Bennington, Dead by Sunrise. A banda tocou em alguns shows do Linkin Park e teve shows próprios. Após mais três anos de espera, 2010 promete ser um grande ano para o Linkin Park. Com a previsão do lançamento do próximo disco em meados do segundo semestre, a banda já confirmou os primeiros shows da turnê que promete ser histórica, assim como tem sido desde o lançamento do primeiro disco, dez anos antes. Hoje, as metas com as quais a banda sonhava em 1999 já foram alcançadas. O Linkin Park é a mais importante banda no cenário musical contemporâneo e se tornou um abre alas do rock moderno, além de ser mais popular do que qualquer outro artista no mundo.

TUDO o que você precisa saber sobre o show em Singapura

No ultimo dia 25, o Linkin Park se apresentou pela décima primeira e última vez em sua Asian Tour no Formula 1 Singtel Singapore Grand Prix em Singapura.


01. Moscow Intro
02. New Divide
03. From The Inside
04. One Step Closer
05. Lying From You
06. Given Up
07. What I've Done
08. No More Sorrow
09. Jornada Del Muerto
10. Waiting For The End
11. Wisdom, Justice, & Love
12. Iridescent
11. Numb
14. The Radiance
15. Breaking The Habit
16. Shadow Of The Day
17. Fallout
18. The Catalyst
19. In The End
20. Papercut
21. Faint
22. Bleed It Out


Um solo de bateria e versos de A Place For My Head foram adicionados na ponte de Bleed It Out.

A última apresentação havia sido em Bangkok, na Tailândia. O grupo voltou a se apresentar em Pensacola, Estados Unidos.

PCA: Linkin Park Vota em Banda favorita

Servindo como uma atualização para o anterior fio , Linkin Park já foi oficialmente nomeado para o Prêmio Escolha do Público sob a banda favorita da categoria. Sua concorrência inclui Coldplay, Foo Fighters, Maroon 5, e Red Hot Chili Peppers. Você tem o poder de fazer Linkin Park levar para casa o prêmio pelo voto em sua categoria selecionada. Clique aqui para votar.Vote quantas vezes quiser e incentivar outras pessoas a votar também. Podemos fazer isso! Escolha 2012 O Popular ar Prêmios na quarta-feira, janeiro 11, 2012 na CBS. 

Linkin Park aceitar prêmio de Liderança Global

Linkin Park aceitar um Prêmio de Liderança Global da Fundação das Nações Unidas e Associação das Nações Unidas da Liderança Global EUA jantar de premiação. A banda foi homenageada por usar a voz para destacar a importância das Nações Unidas e para a mobilização de seus fãs para ajudar aqueles em necessidade. Ao aceitar o prêmio, Mike destaque seu trabalho através de sem fins lucrativos MusicForRelief.org , e sua recém-anunciada de apoio,PowerTheWorld.org da Energia Sustentável do Secretário-Geral da For All iniciativa que visa garantir o acesso universal de energia até 2030.

Conferência completa do Linkin Park na ONU

O site da ONU divulgou o vídeo completo da conferência que o Linkin Park participou sobre a utilização de energias sustentáveis.


Para saber mais sobre o projeto acesse powertheworld.org
 

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